Tipos de parto



Hoje pela manhã, vendo um programa de TV, me deparei com um assunto que achei muito bacana: tipos de parto e a porcentagem que cada um no Brasil. Achei um assunto que deve ser bastante abordado, pra critério de conhecimento mesmo, porque tem muita gente, assim como eu, que não sabe quais são as reais necessidades de uma cesárea e como funciona o parto normal. Pra isso, resolvi fazer este post. Vamos lá:


 Parto normal
Segundo o Ministério da Saúde, o parto normal é o mais aconselhado e seguro, devendo ser disponibilizados todos os recursos para que ele aconteça. Durante o pré-natal e o trabalho de parto, o profissional que atende a gestante avaliará as condições dela e do bebê, para identificar fatores que possam impedir o parto por via vaginal. O melhor parto é aquele que oferece maior segurança para a mãe e para a criança. Para isso, é preciso acompanhar o desenvolvimento da gravidez no pré-natal e avaliar qualquer tipo de complicação.

 

Lembrando que é direito da mulher definir durante o pré-natal o local onde ocorrerá o parto. Vale ressaltar que os partos podem ser realizados nos centros de parto normal, em casa ou em qualquer hospital ou maternidade do Sistema Único de Saúde (SUS).
O parto normal é mais seguro que a cesariana, pois oferece menos riscos de infecção, hemorragia e prematuridade do bebê. Em casos realmente necessários, podem ser oferecidos métodos não farmacológicos de alívio da dor e utilizadas intervenções como analgesia.
Outra vantagem do parto normal é que o organismo materno se prepara para o nascimento. Os hormônios prolactina e ocitocina, fabricados durante o trabalho de parto, são fundamentais para ajudar a acelerar a produção de leite.



Cesárea
Segundo dados de 2009 do Ministério da Saúde, as cesarianas representam 34% dos partos realizados na rede pública de saúde brasileira. No entanto, por se tratar de um procedimento cirúrgico, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que esses casos não ultrapassem 15%. Essa indicação se refere aos partos de risco, quando há situações como posição inadequada do feto e descolamento prematuro de placenta.
Outras razões que exigem a cesárea, constatadas durante o trabalho de parto, são o sofrimento fetal e a desproporção céfalo-pélvica. No primeiro caso, o bebê não está bem e precisa nascer imediatamente. No segundo, a mãe apresenta toda ou quase toda a dilatação necessária, mas o bebê não desce pelo canal de parto.
Hoje há um abuso desse procedimento no Brasil, o que faz com que muitas crianças nasçam prematuras (Segundo a OMS, o parto é considerado prematuro quando ocorre antes da 37ª semana de gestação).
Espero ter ajudado as gravidinhas e mamães a escolherem o seu tipo de parto.


Aprendendo a Ser uma Mãe

6 Comentários:

  1. Eu tive PN, parto normal, mas não natural, tive o Vini com 36 semanas de gestação, parto considerado prematuro.
    Tive ruptura da bolsa, e o parto precisou ser induzido, por não estar na hora, eu tive apenas 2,5 cm de dilatação natural.
    Sofri 9 horas de muitas dores, gritos rsrsrs

    Mas se eu vier a ter um segundinho, será PN de novo, se Deus assim permitir, nunca sabemos como pode ser né.

    Beijos
    http://viniciusmamaequedisse.blogspot.com.br/

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  2. eu tive meus dois cesáreas a primeira porque era um parto de risco , e o segundo quaase tive normal mais o bebe virou e aterceira agora terei cesarea novamente .
    porque minha ultima cesarea é recente
    beijos
    onossonude.blogspot.com.br

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  3. Muito legal você ter abordado esse tema. Pq muitas mulheres desconhecem sim a maioria dos procedimentos e complicações que poderão ocorrer! Principalmente na primeira gestação.
    Na minha gestação eu não sabia de na-da! Tive parto normal, como sonhado, mas cheio de intervenções desnecessárias pra mim e pra o bebê!

    Como por exemplo, a ocitocina sintética, que a Regiane aqui em cima precisou. Essa ocitocina é muito diferente da que nosso corpo produz, por isso dói muito mais. No caso dela foi preciso pela pré-maturidade do bebê, mas em muitas mulheres (inclusive eu) não precisa. Essa ocitocina é conhecida como hormônio do amor, por isso há uma maior chance de "identificação imediata" entre mãe e bebê!

    Há muitos outros tipos de parto como: Parto na água, parto de cocoras, paro Leboyer, parto natural, entre outros.

    Eu assisti ao programa, e fiquei muito feliz com a forma como o assunto foi tratado, hoje em dia sou Doula (por isso tô pitacando mais! hahaha) e é uma luta contante desmitificar pras mulheres que os médicos conhecem seus corpos e seus bebês (muito antes deles nascerem) melhor que elas. A natureza é muito sábia e nós temos que acreditar no nosso potencial também!

    Muita gente tem medo da dor, mas existem métodos não farmacológicos de alivio da dor, e farmacológicos também (tem anestesia em PN!!). Teve uma frase que me chamou muito a atenção, que foi dita pelo obstetra: "Que dor é essa que num segundo se transforma em sorriso?". E é verdade!

    Gostei muito do pediatra falando da importância pro bebê no trabalho de parto. Se a gente preza tanto o bem estar dos nossos filhos, pq não fazemos durante o trabalho de parto tbm???

    Acho que já militei demais! hahaha

    Beijos

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  4. Oi Flor, estou passando rapidinho para te desejar
    uma ótima quinta-feira e que este restinho de semana
    seja abençoada! Te cuida coração :)

    Beijinhos, Bárbara ;*

    ~ http://meu-pequeno-guilherme.blogspot.com ♥

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  5. pretendo ter o meu normal amiga
    prefiro
    linda noite beijokas

    http://sermamaepelasegundavez.blogspot.com.br/

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  6. Eu tive parto normal...Adorei saber mais sobre os outros partos... Bjs
    Vivi e Isaac

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